quinta-feira, 21 de julho de 2011

a m o r


Nunca encontrei alguém como você, alguém que eu quisesse cuidar pra sempre, uma garota tão especial que não tenho como descrever.

Se lembra quando eu te disse "Eu te amo" pela primeira vez e você ficou totalmente assustada, sem reação e deu uma risada de surpresa e logo disse "repete, por favor" e eu repeti, e logo você disse "Eu te amo também" com a voz baixa e envergonhada?

Eu te amo tanto que não quero correr o risco de você sair do meu coração, tanto que penso que não posso mais viver sem você, sem ouvir a sua voz, te amo tanto que não conseguiria viver sem o teu sorriso. Quando eu falo contigo meu coração dispara, me sinto mais calmo e ao mesmo tempo mais nervoso, o que te falei sobre amar você é bem real.

Imagino o quão bobo estou sendo em dizer tudo isso, mas que seja, não importa, porque é tudo verdade mesmo.
A pesar da distância eu não vejo a hora de te abraçar e não te largar mais.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

me explica


  Geralmente, quando eu gosto de uma pessoa, normalmente não observo os defeitos dela, até que um dia eles começam a aparecer com o tempo, e assim o meu gostar vai desgastando, como se fosse se apagando como uma ilusão...
Não entendo esse tipo de coisa, apenas acontece, me sinto culpado, principalmente quando a outra pessoa já está gostando de mim também.
Mas dessa vez é diferente.
        Eu gosto da pessoa, eu já observei os defeitos dela e aconteceu tudo de novo, mas com uma diferença, depois eu passei a gostar mais ainda dela. Como pode?
Passei a gostar mais ainda dela, gostar dos defeitos dela.
Tudo é muito confuso, eu sei. 
Mudando um pouco o rumo da história, o ruim de gostar de uma pessoa é quando não nos damos conta do limite, às vezes a pessoa não corresponde o amor do modo que esperamos e logo pensamos que estamos sendo desprezados, e quando somos desprezados passamos a amar mais ainda a pessoa.

Ps: Eu não disse que esse texto seria esclarecedor, mas pelo contrário.

saudades

Confesso que estava morrendo de saudades de escrever, de postar aqui.
Vou tentar manter a frequência dessa vez, estou um pouco enferrujado por conta do tempo, tempo sem escrever, sem me expressar e claro, expor meus textos/pensamentos isso aqui. Mais vou recomeçar...

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Vamos apenas sorrir


Resolvi me arriscar mais uma vez, receber criticas em formas de perguntas e tentar ser mais tolerante. Tudo tem uma lição, então resolvi tirar mais uma lição com uma atitude, ativei uma conta em um site de perguntas que eu possuía faz um tempo, porém estava desativado. Por que eu reativei? Exatamente para aprender com as pessoas, como é a forma de olhar delas, como elas vêm outras pessoas, ativei ela para me testar, para testar a minha paciência. De certa forma vou aprender a ver as críticas de um outro ângulo, de um ângulo engraçado. Criticas que um dia me fizeram pensar em mim, críticas que faziam um perfil de pessoa que eu não sou, hoje isso não me atinge mais.

Não importa o que digam, não importa como queiram me atingir, eu vou ser o que eu quiser ser, essa é a certeza que ninguém pode tirar de mim. Críticas todo mundo sofre, mas não devemos fazer dessas críticas o nosso perfil.

Um dia confuso.


Hoje eu acordei sem ânimo para redes sociais, não estou com um pouco de vontade de checar o meu twitter ou mesmo olhar as atualizações do orkut. Não sei o porque, não consigo ao menos me entender, só sei que no final do dia eu saberei a resposta dessa pergunta. Tem horas que devemos dar um pouco de espaço, um tempo. Estava morrendo de saudades do meu blog, fazia semanas que não o atualizava, estava louco para escrever, inúmeros pensamentos, um bombardeio de idéias, mas quase impossíveis de transmiti-las em um simples texto. Faz dias que tenho vontade de escrever, mas sobre o que? como vou começar? Essas perguntas sempre se fazem presentes quando penso em escrever. Escrever é entrar em conflito com as palavras e pensamentos e tentar contorce-las para seu uso, coisa que não é fácil para mim. Não sou muito bom com as palavras, mas tento me expressar ao máximo.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Um tempo por favor

Eu preciso de um tempo só pra mim...
Um tempo pra rever todas as palavras citadas,
todas as ações feitas,
todas as promessas ditas e as cumpridas.

Preciso de um tempo pra me organizar,
saber o que eu realmente quero,
apesar de pensar que já tenho certeza disso.

Preciso pensar naqueles que eu quero por perto,
naqueles que acho que devem ser chamados de amigos.

Preciso pensar a direção pra seguir,
pensar bem mais antes de realizar uma ação e na reação que ela poderá causar,
pensar no porquê das coisas e no porquê de me conformar com elas.

Pensar nos comentários obtidos todos os dias por todos os que me rodeiam.
Preciso parar para ver o real valor das coisas, das pessoas e dos esforços.

Preciso desse tempo...

sábado, 23 de outubro de 2010

Um passeio surpresa...

Em meio a uma sala barulhenta eu escuto o vazio do silêncio. Como assim escuto o vazio do silêncio? A única coisa que posso dizer é que era um som do “nada”, algo que me incômoda. Após ele ouvi a voz do meu pensamento. Eu não queria estar ali, vendo algumas pessoas que não gosto muito e entre elas umas que desprezo. Então criei um pequeno lugar na minha mente, um lugar amplo, com gramas verdejantes, com uma cascata que deságua em um riacho e belas árvores. Estou sentado na grama, para ser mais especifico, estou encostado em uma árvore com uma bela sombra, estou lendo um livro, um livro de pensamentos, algo parecido como um diário real. Uma canção leve e calma começara a tocar, parei para ouvir e comecei a viajar em meus pensamentos. No meu pensamento eu vi uma bela moça, pele clara, olhos azuis celeste, eram como se o céu se refletisse neles e cabelos castanhos claros e lisos com leves cachos nas pontas. Ela vestia um vestido curto branco com leves traços de azul e corria sorridente. 
Olhei para ela, ela sorriu e me chamou para segui-la, “como segui-la? Para onde?”, eu não sabia, mais queria descobrir onde ela me levara. Eu a segui, ela me levou a um lugar misterioso, duas rochas grandes estavam no meio do riacho, “mais como chegar lá?”, ela mostrou uma trilha de pedras, sentamos e conversamos por horas, como se nos conhecêssemos a anos. 
Levantamos e andamos em direção a uma floresta fechada, nos aproximamos mais ainda não dava pra ver o que havia do outro lado, o que a floresta escondia. Quanto mais perto chegávamos mais nítido ficava o que se havia lá, por trás das árvores, no meio do caminho ela parou e olhou para os lados e para o alto, passei a observar também e notei que nunca tinha visto na comparado a aquela vista, aquela paisagem, nunca tinha visto algo tão belo. A grama estava coberto com folhas secas que o vento arrastava da floresta, os raios de sol penetravam a fenda entre as árvores as deixando com um tom avermelhado, como uma tarde de outono, os olhos da moça brilhavam como as águas do riacho quando refletiam os raios do sol, seu sorriso era  como o de uma criança ao ganhar um presente de seu pai, o presente que tanto pedira. 
A garota era linda e meiga, sua fala era doce e suave. Então ela olhou profundamente nos meus olhos, como se buscasse confiança. Segurei a sua mão e ela me perguntou “você confia em mim?”, essa pergunta me passou pela cabeça durante um longo minuto, “porque ela quer que eu confie nela?” me questionei. Ela perguntou novamente: “você confia em mim, Walter?” Eu disse “Sim”. 
Ela me abraçou rapidamente e começou a sussurrar uma bela música, enquanto isso no céu se formavam algumas nuvens que anunciavam a presença de chuva e logo começa a chover, mais não era uma chuva qualquer, era uma chuva que trazia ventos do sul que arrastavam as pétalas das rosas do campo. Andamos um pouco mais, essa garota era um mistério, misteriosamente encantadora. Abrigamos-nos em baixo de uma enorme árvore com imensas raízes. 
A garota estava com muito frio, então eu a abracei e logo um lindo sorriso se fez presente em seu rosto, ela estava com os olhos fechados, como se sentisse protegida. Depois de alguns minutos a chuva foi se dissipando, e belas nuvens começaram a aparecer, era mais uma surpresa desse lugar deslumbrante, a grama molhada, o cheiro da terra úmida, nos levantamos e andamos até o riacho, observamos um pouco os peixes, o som da cascata ao desaguar. Então direcionei seu rosto para o meu e olhei em seus olhos, segurei a sua mão novamente, deslizei a minha mão sobre a dela, sua pele era macia, novamente olhei para o seu rosto, abracei, não um abraço comum, um abraço com sentimento. 
Ela pôs sua mão em meu rosto, novamente seu olhar, seu olhar era tão sincero e encantador que arrancaria suspiros das pessoas mais incrédulas para um sentimento chamado amor, tentei uma aproximação e vi que seria correspondido e prossegui. Eu a beijei, não um beijo qualquer, completamente apaixonado, naquele momento eu acreditava em amor a primeira vista...
Logo após isso a realidade insistiu em me chamar e fui obrigado a ir...
            Adeus Garota dos meus sonhos, em breve nos encontraremos novamente em algum sonho, eu espero!